PARCEIROS APOIADORES

Filha contesta versão da BM em ocorrência de prisão de pai e irmão no Carajá

A empresária Silvia Quines, diante da versão que foi divulgada em ocorrência atendida da Brigada Militar na noite de domingo (02), na região do Carajá, Wilson, entrou em contato com o Correspondente e solicitou o direito de apresentar sua versão dos fatos, diante do que ocorreu com seu pai e irmão. (Leia a matéria: https://goo.gl/e6uJ0T)

Declaração:

"Somos todos de uma família conhecida na cidade Harden Quines. Sou formada em Direito, meu filho Nicolas Quines engenheiro civil assim como todos da família temos curso superior. Somos uma família de trabalho nunca precisamos roubar ninguém, nem somos criminosos. Meu pai é produtor rural, Rui Rodrigues Arden Quines e meu irmão Claudio Roberto da Silva Quines motorista escolar.

Acontece que meu pai e irmão vem há muito tempo sendo ameaçados e inclusive roubados por um "craqueiro" conhecido por todos no Wilson porque já efetuou furto e ameaça em toda a comunidade, inclusive numa das tantas, foi ateado fogo na casa do meliante.

Que perante o jornal fingiu-se de vitima pedindo ajuda para reconstrução da casa. A esposa do mesmo, além de várias passagens pela policia, fez uma denuncia caluniosa contra meu pai e irmão, que teria disparado arma de fogo contra seu filho, que é certo vai ter o mesmo destino o mundo do crime.

Meu pai conhecido por todos e meu irmão estavam na Caixa D'Água do Wilson quando recebeu ameaça da tal vítima, inclusive puxou uma faca para o meu irmão. Meu pai pediu que meu irmão fosse para casa e ele foi meu pai para ao se incomodar também. Chegando em casa Já dentro da casa chega o POE, deram dois tiros no meu pai, jogaram no chão pisaram na cabeça, deram coice, quebraram todo ele.

Meu irmão achando que os delinquentes do Poe aviam matado meu pai saiu em defesa. Foi quando jogaram meu irmão no chão bateram a cabeça no muro chutaram quebraram todo ele. Temos fotos, temos vídeos. Consta o abuso de autoridade. Eu desconheço a lei das algemas. Estudei direito e sei como funciona. Ninguém deve ser algemado a não ser que represente perigo para ele ou para outrem que não era o caso. Invasão de domicílio. Não tinham ordem judicial. A noite mesmo com ordem não podem entrar. Menos ainda, chegar atirando. Algemaram meu pai e irmão. Depois de terem espancado. Minha tia me ligou. Tenho hotel aqui no centro, que fosse voando para casa do meu pai, que a policia estava matando ele.

Há varias testemunhas do espancamento. Quando cheguei ao local ainda sofri abuso de autoridade, por parte do POE.

Fui falar com o Oneide, me disse que era mentira tudo que a esposa dele tinha dito que ele fugiu para não ir preso, pois tem várias passagens pela polícia. Já fui falar com o Comandante da Brigada. Vai abrir sindicância. A mulher dele fez denunciação caluniosa. Toda a cidade conhece meu pai. Então o que acontece, Dano Moral Irreversível, meu pai tem quase 80 anos, nunca havia sido preso e está todo machucado. E cadê o casal, livres e soltos fumando craque e furtando.

Já entramos com pedido de liberdade".

Jorge Flores Paines 
Jornalista DRT-15097

Radialista DRT-5765

Quer Anunciar?

WhatsApp(55)98415-2150

This site was designed with the
.com
website builder. Create your website today.
Start Now