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Acusados de matar PM em 2014 vão a Júri Popular nesta terça-feira

Quatro homens estarão sendo levados a Júri Popular nesta terça-feira (12), na Comarca de Sant'Ana do Livramento, acusados do assassinato do policial militar Rogério Alves, ocorrido no início da madrugada de 09 de fevereiro de 2014.

Segundo o juiz Gildo Adagir Meneghello Junior, titular da Vara Criminal, que presidirá o Júri, o julgamento tem previsão de início às 9h30 e deverá se estender durante o dia e a noite. Dos quatro acusados, três réus estão presos preventivamente e um aguardando em liberdade. 

Processo:

Segundo consta nos autos do processo, no domingo (data do crime), por volta das 0h15min, na Avenida General Daltro Filho, em via pública, próximo a Churrascaria Sem Nome, os denunciados, em comunhão de vontades e conjugação de esforços, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e meio cruel, desferindo uma gravata, golpes de capacete, socos, chutes e disparos de arma de fogo, mataram Rogério Corrêa Alves, .

Na oportunidade, os acusados, que promoviam arruaça em via pública, investiram contra o policial militar Rogério Alves, o qual tinha parado a motocicleta que conduzia após quase ser derrubado mediante um golpe de capacete desfechado por um dos acusados, que passando a agredi-lo covardemente, derrubando-o ao solo e retirando-lhe ar ama de fogo que portava, até que outro dos acusados lhe desferiu diversos tiros, culminando, toda a empreitada criminosa desenvolvida pelos réus, na morte da vítima.

 

O crime, segundo os autos do processo, foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa do ofendido, uma vez que os réus se valeram de grande superioridade numérica, tendo os agressores, inclusive, derrubado a vítima ao solo e prosseguido o ataque implacável quando estava caída. E, além disso, meio cruel, porque os disparos de arma de fogo associados a múltiplos golpes na cabeça por instrumento contundente causaram sofrimento intenso e excessivo à vítima.

Os acusados foram presos em flagrante na mesma data do crime, tendo a Juíza Plantonista não homologado o APF em razão da ausência de defensor e, na mesma ocasião, decretado a prisão preventiva dos acusados para fins de garantia da ordem pública, haja vista a gravidade concreta da conduta e a necessidade de evitar a reiteração delitiva, bem como para garantia da aplicação da lei penal.

A denúncia foi recebida na data de 28 de março de 2014.
 

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Jorge Flores Paines 
Jornalista DRT-15097

Radialista DRT-5765

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