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Evandro, irmão de Edelvânia, negou qualquer participação no crime de Bernardo

O motorista Evandro Wirganovicz, acusado de ter aberto a cova onde o corpo de Bernardo Boldrini foi enterrado, foi o último réu interrogado, nesta quinta-feira (14), no Julgamento que ocorre no Tribunal de Justiça do Fórum em Três Passos-RS. Em um depoimento rápido, ele negou participação no homicídio do menino. "Nunca fiz nada de errado. O que eu sei é o que a mídia falou. Eu não sabia de nada", declarou. "Tenho orgulho de ser quem eu sou. Deus sabe que eu não devo. Vou contar tudo o que aconteceu para os meus filhos."

O Ministério Público também não pode fazer perguntas ao acusado, que respondeu aos questionamentos da Juíza Sucilene Engler e das defesas dos outros réus.

Versões

Evandro chorou ao falar que, quando o crime ocorreu e ele foi preso, não sabia de nada. Na época, o motorista tinha uma filha de 1 mês de vida.

Alegou que mudou as versões para a Polícia sobre a sua presença no local próximo aonde Bernardo foi enterrado porque sentiu medo. "Eu não fiz. Eu não devo. Perdi tudo. Quem fez, sabe que tem que pagar. Mas eu não fiz."

Edelvânia

Evandro disse que sempre se deu bem com a irmã. "Ela sempre me ajudou. É madrinha dos meus filhos. Ela que cuidou da minha esposa no hospital quando meus filhos nasceram. Não consigo compreender isso aí."

Fonte: Tribunal de Justiça RS

Texto: Janine Souza Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend

Jorge Flores Paines 
Jornalista DRT-15097

Radialista DRT-5765

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